ComPressão – André Baptista Pereira

ComPressão

De repente uma bomba! uma sirene!
Em expansão a nuvem de fumaça
e na rua não se passa com graça.
Se passa tal fugitivo,
do bando, bandido,
um corre e corre geral, a pressa
na esquina até o mendigo reza,
desta vez o descaso será a salvação.
Então,
SubtaMente,
eu, me senti Orientado
me fiz (pré)OCulpado
por certa, essa gente
que renega a mente.
Mas talvez eu esteja enganado,
não ouvi o que me foi ditado
não comi do rango acizentado,
E agora querem me ensinar
este conhecimento já cansado,
tal conhecimento militarizado,
que não pede a minha mão
nem mesmo para a palmatória,
pois sempre sentiu-se na glória,
toma quando quer de assalto minha Palma,
de troco apenas o luto e o tumulto,
este mais correto, pois, afinal,
não assusta os prédios e as vidraças.
Imagina só! Apenas esvazia as praças
e nos mostra a dura cura,
a cura dita ser a DITADURA!

Já sei, eu quem sou o filho da puta,
Errei, foi por acreditar na nossa luta

André Baptista Pereira

26.10.2013 – sp

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